Prova de origem que qualquer comprador pode verificar, em qualquer lugar.
Emitida diretamente pelos sistemas que sua empresa já utiliza, com chancela da ACIEG e registrada na Rede Blockchain Brasil (RBB), a blockchain pública brasileira.
Integração com ERPs, plataformas de rastreabilidade e agentes de IA em um dia. Sem carteiras digitais, sem tokens e sem digitação adicional.
Por que agora
A partir de 30 de dezembro de 2026, produtos que ingressam na União Europeia deverão apresentar prova de origem, conforme o Regulamento europeu contra o desmatamento (EUDR). A exigência alcança primeiro as médias e grandes empresas; as micro e pequenas empresas, a partir de 30 de junho de 2027. Nos Estados Unidos, a regra de rastreabilidade de alimentos (FSMA 204) passa a vigorar em 20 de julho de 2028.
O comprador não aceita um PDF na palavra de quem vende. Precisa de algo que possa conferir.
Como funciona
- Envio. O sistema da sua empresa envia o registro à TraceTus: um lote, um certificado, um evento de custódia ou um documento. O fluxo de trabalho permanece o mesmo.
- Geração da prova. Calculamos a impressão digital do registro e o agrupamos em lote.
- Registro na RBB. A prova é gravada na Rede Blockchain Brasil (RBB) com a identidade da ACIEG e a conta do seu cliente. Chancela institucional, sem criptomoeda.
- Verificação pública. Página pública, QR code ou consulta direta a partir do próprio sistema. A resposta vem da rede, sem depender da TraceTus.
- Verificação no exterior. Para registros de exportação, a mesma prova também é ancorada numa rede pública internacional, para quem não conhece a rede brasileira conferir onde já confia.
Da fazenda ao porto, cada etapa se torna prova
Um lote de soja de Rio Verde, do talhão ao importador. Cada evento que a empresa já registra em seu próprio sistema torna-se um elo da cadeia, vinculado ao anterior e gravado na Rede Blockchain Brasil (RBB) com chancela da ACIEG. Role a página para acompanhar.
IA nas duas pontas
Na origem, a IA vai transformar documento em registro e uma pessoa confirma. No destino, um agente consulta a prova e decide de forma autônoma. A IA cuida dos documentos. A rede guarda a prova.
Agentes de software passarão a comprar, auditar e aprovar cargas. Um agente precisa de um fato verificável, não de um documento em que precise confiar. É isso que a TraceTus entrega: o agente consulta, recebe a prova e a verifica por conta própria.
Primeira integração: MaxxRural
A primeira integração da TraceTus é o MaxxRural, ERP rural da MaxxSoft presente em cerca de 5 mil fazendas. O produtor não digita nenhuma informação adicional: colheita, pesagem e nota fiscal, já registradas no sistema, tornam-se prova de origem com chancela da ACIEG a partir de um único comando na ferramenta que já utiliza no dia a dia. Piloto acertado com a MaxxSoft; primeiros lotes reais da safra 2025/26. O estudo de caso completo será publicado após a conclusão do piloto.
Para desenvolvedores
Para pessoas e para agentes: REST, SDKs e MCP.
- Apenas a impressão digital vai para a rede. Seus dados permanecem com você.
- Uma identidade por cliente. Cada cliente possui conta permissionada própria; os registros pertencem a ele.
- Agnóstico de rede. Mesmo SDK, mesmo esquema e mesmo identificador de registro em qualquer rede compatível. A Rede Blockchain Brasil (RBB) primeiro; rede pública internacional para registros de exportação.
- Sem carteiras, sem gas, sem tokens. As chaves são gerenciadas pela TraceTus.
- Registros em lote. A cobrança é por registro, não por transação.
- Webhooks. Confirmações e revogações notificadas ao seu sistema.
Perguntas frequentes
Por que blockchain e não um banco de dados?
Porque quem verifica não precisa confiar na TraceTus nem no emissor. A prova está em uma rede operada por instituições públicas, que nem a TraceTus pode alterar.
A rede está em produção?
Sim. Em operação, com explorador público, desde maio de 2026, em fase de maturação. Cada nova aplicação é submetida ao comitê da rede.
E se o acordo da rede for encerrado?
O acordo vigente vence em abril de 2027 e sua renovação está em curso. A implementação da TraceTus é agnóstica de rede: mesmo SDK, mesmo esquema, mesmo identificador de registro. Se necessário, os registros podem ser gravados em outras redes sem qualquer alteração no sistema do cliente.
Como a LGPD e o GDPR são atendidos?
Nenhum dado pessoal é gravado na rede, nem mesmo em forma de hash. Pessoas físicas recebem um identificador interno; o vínculo permanece fora da rede e pode ser excluído, o que atende ao direito de eliminação previsto na LGPD e no GDPR. Cada aplicação conta com relatório de impacto.
A TraceTus concorre com plataformas de rastreabilidade?
Não. Elas são clientes da TraceTus. Somos a camada de prova, não o produto de gestão.
Os registros têm valor jurídico?
Constituem prova de integridade e de tempo. Com assinatura qualificada, como a ICP-Brasil, sustentam processos de auditoria. Não se trata de certificação regulatória.
Como começar?
Peça uma chave de sandbox por e-mail. Documentação e SDKs em novembro.
Quanto custa?
Por registro, com mínimo mensal por ambiente ativo. Sandbox gratuito para desenvolvedores. Para volumes maiores, fale conosco.
Sobre
A TraceTus é a operadora técnica do acesso da ACIEG à Rede Blockchain Brasil (RBB). Desenvolve e opera as aplicações da própria ACIEG na rede e disponibiliza a mesma infraestrutura, mediante contrato direto, a fornecedores de software, plataformas de rastreabilidade, certificadoras e associações. A TraceTus não é plataforma de rastreabilidade, certificadora nem consultoria de conformidade, e não concorre com quem já atende o cliente: é a camada de prova sob essas soluções.
A ACIEG — Associação Comercial, Industrial e de Serviços do Estado de Goiás — foi fundada em 1937, reúne cerca de 8.800 associados e é a primeira entidade empresarial admitida na rede, desde 11 de junho de 2026. Nenhuma outra empresa opera esse acesso. A TraceTus opera esse acesso por contrato com a ACIEG.
A Rede Blockchain Brasil é uma rede público-permissionada fundada pelo BNDES e pelo TCU e operada por instituições públicas como Serpro, Dataprev, Prodemge, CPQD e RNP — a relação completa está em redeblockchainbrasil.org. Sem criptomoeda. A leitura é pública; a gravação é restrita às instituições admitidas.


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